lunes, 9 de noviembre de 2020

Cantinho do Nermal

 Hoy voy a contar sobre el Blog Cantinho do Nermal de un amigo, Artur de Bem, otra referencia en mi camino de estudio.

El foco es samba y choro de Florianópolis, en particular y de todo Brasil, en general. Comenzó en 2006, escribía asiduamente, paró un tiempo y recientemente volvió, lo que me puso super felíz!

Y justamente volvió con un texto que escribió en 2011 sobre el álbum Peso é peso, del querido Tuco Pellegrino y  Batalhão de Sambistas, pero que nunca había sido publicado.

Les dejo el texto original. Busquen el blog. Cantinho do Nermal.

 

Respeito, admiração, louvor e gratidão. É assim que o samba é tratado por Tuco e o Batalhão de Sambistas, expoentes da atual cena do samba da Paulicéia.

Formado por sambistas que cultuam a tradição do samba de terreiro, mas que bebem na escola do choro e amam e valorizam os grandes sambas da Era de Ouro da nossa música popular, o Batalhão, capitaneados pelo excelente intérprete Tuco, se prepara para lançar seu primeiro CD, “Peso é Peso”, gravado ao vivo nos dias 27 e 28 de fevereiro e que contou com as luxuosas participações de Monarco, Nelson Sargento e Cristina Buarque.

Fernando Pellegrino, o Tuco, foi fundador do extinto Morro das Pedras e também do Terreiro Grande, onde atua como cantor e cavaquinista. Foi nas rodas de samba que aprendeu a cantar em alto e bom som, no gogó, como se fazia no passado com nomes como Ventura, Noel Rosa de Oliveira e Jamelão. Suas interpretações também nos remetem a grandes nomes das rádios dos anos 30 e 40 como Francisco Alves, Roberto Silva e Ciro Monteiro.

Criado neste ambiente informal, foi pelas rodas de samba da vida que conheceu os outros integrantes do Batalhão, todos sambistas estudiosos que aprendem com muito afinco o que os mestres do samba deixaram.

“Peso é Peso”, o primeiro disco de Tuco, é fruto de anos de muita pesquisa e dedicação. Foram anos passados em sebos, rodas de samba, convivendo com alguns dos maiores nomes do ritmo mais tradicional do Brasil: Monarco, Nelson Sargento e Cristina Buarque foram importantes fontes para o repertório do disco.

Assim como do acervo de José Ramos Tinhorão, disponível para consulta no Instituto Moreira Salles, vieram outras “brasas” pouco conhecidas. Um disco com tantos sambas inéditos de nomes como dos portelenses Paulo da Portela, Manacea, Aniceto da Portela, Mijinha, Licurgo, Antônio Caetano, Picolino, Monarco, Chatim, Lincoln e Alberto Lonato; de sambistas da turma de Mangueira de estirpe de Zé Ramo
s, Nelson Sargento, Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito; e de imperianos do quilate de Antenor do Império e Silas de Oliveira, é mais do que um simples registro fonográfico, é um documento histórico.

E se a história se faz pelos fatos de um passado que já foi presente e que é justamente o que estamos vivendo agora, este documento musical não poderia ter músicos tão bem escolhidos. O respeito aos antigos compositores, intérpretes, instrumentistas e arranjadores do passado faz com que arranjos das músicas, feitas por Tuco e João Camarero, sempre privilegiem sua roupagem original, sem limitar a criatividade e improviso dos músicos envolvidos nesta obra.

O álbum deverá ser lançado no início de setembro e os shows de lançamento contarão com a presença de Monarco e Nelson Sargento e Cristina Buarque participantes ilustres do disco.

 

Ficha Técnica: Direção Musical: Tuco e João Camarero Produtor Fonográfico: Tuco Produtora Executiva: Noeli Pellegrino Voz: Tuco Violão 7 cordas: João Camarero Violão 6 cordas: Junior Pita Cavaco: Lucas Arantes Surdo: Donga Pandeiro: Beto Amaral Pandeiro, caixa , agogô, tamborim e reco-reco: Rafael Toledo Tamborim e agogô: Jorge Garcia Cuíca, tamborim, agogô: Alfredo Castro Coro masculino: Rafael Loré, Fernando Paiva e Janderson Buiú Coro feminino: Cristina Buarque, Francineth, Keila Santos Participações especiais: Monarco, Nelson Sargento e Cristina Buarque.

O Grupo Batalhão de Sambistas foi formado por amigos com o mesmo gosto musical. Por serem músicos de grande versatilidade e amantes do samba, seja ele “samba de quadra” ou dos “salões”, exaltam em suas apresentações os grandes mestres deste gênero musical. Eles também priorizam sempre o formato original das canções, buscando dessa forma tratar cada samba apresentado, com toda reverência e o respeito que o samba merece.

Apesar de se tratar de um grupo que canta sambas antigos, pouco conhecidos ou até mesmo inéditos desses ilustres compositores, não significa que não tenham olhos e ouvidos para o presente. Mas a lição do passado é sempre a mais forte diretriz, já que foram eles que escreveram a história. Sendo assim, o grupo Batalhão de Sambistas e o cantor Tuco procuram manter a melhor forma possível de preservar e enaltecer a verdadeira essência do que se faz.

Cada integrante na sua particularidade tem uma história musical, são diversas fontes e gêneros da boa música. Entre eles, a vertente principal é representada pelo samba e seus grandes mestres instrumentistas, tais como: Bide, Marçal, Ismael, Jorginho do Pandeiro, Buci Moreira, Raul Marques, Dino 7 Cordas e Canhoto. Os inúmeros registros das velhas-guardas das escolas como Portela, Mangueira, Estácio, Salgueiro e outros. Com isso, transparece de forma harmônica a perfeita sintonia entre eles, desde o apito inicial até a última marcação.

Dentre os gêneros comentados anteriormente, o choro também tem uma forte influência junto ao Batalhão, pois quase metade dos seus integrantes, fazem parte dessa escola, formando um “regional” firme, na junção das harmonias e batucadas, uma cadência que se transforma em uma ardente chama para que Tuco entoe o seu canto.

Senhoras e senhores: Tuco Pellegrino e Batalhão de Sambistas!


domingo, 8 de noviembre de 2020

Isabel Valença- Chica da Silva


Por primera vez, una mujer anónima sería enredo de una escuela de samba. Chica da Silva fue revelada a Brasil y al mundo en 1963 cuando la escuela de samba  Acadêmicos do Salgueiro presentó el samba sobre ella, enredo de Arlindo Rodrigues, discípulo de Fernando Pamplona, y de autoría de Noel Rosa de Oliveira y Anescarzinho do Salgueiro.

Francisca da Silva de Oliveira (Chica da Silva o Xica da Silva), que nació en Minas Gerais (lo que hoy es la ciudad de Diamantina) en el siglo XVIII durante la gran exploración de oro y diamantes,  fue una mujer esclavizada que ascendió socialmente al casarse con el contratista de diamantes João Fernandes de Oliveira y tuvieron 13 hijos.

Y quien la representó fue Isabel Valença, quien sintetizó  la fuerza y la superación de las mujeres, en especial negras y suburbanas, que tenían fuertes barreras de prejuicio, de machismo. A partir de ese desfile, Isabel pasó a ser llamada Chica da Silva de Salgueiro y, cuando aparecía en público, las personas gritaban- ¡Ahí viene Chica da Silva!. Fue como una simbiosis entre el personaje y quien la interpretaba.

En 1964 volvió a romper barreras al vencer el concurso de fantasía en la categoría lujo femenino en el teatro Municipal. Las modistas del concurso no estaban felices de ver una sambista negra entre ellas. Recuzaban su inscripción diciendo que la fantasía ya exhibida en la calle no era aceptada en el concurso, cosa que no constaba en el reglamento del mismo. Tuvieron que tragarse la bronca y ver la mujer del morro consagrarse y superar a todos en el salón. En un punto, Isabel, envestida con la fuerza y transgresión de quien ella personificaba, enfrentó adversidades y conquistó un espacio.

En ese baile de gala del teatro Municipal, Isabel desfiló vestida como la reina Rita de Vila Rica, esposa de Chico Rei, enredo de ese año.

Fuentes:   Composições do salgueiro blogspot

                 Salgueiro, Academia do samba (Haroldo Costa)

                 Mídia e Carnaval: a construção do mito Isabel Valença, a Chica da Silva do GRES Acadêmicos do Salgueiro (Guilherme José Motta Faria)


domingo, 1 de noviembre de 2020

Cartola Lado B

 
Hoy les traigo un trabajo hecho por el querido Vinicius Terror. Yo ya era fan y lo seguía desde su blog Receita de samba (uno de los blogs de donde nacieron ideas para el armado de mi blog pero en español). Solo que Vinicius, aparte de compartir información, dejaba link para bajar albuns. Éste 2020 trajo una nueva idea de Terror, y ésta vez por YouTube, videos cortos contando sobre sambistas y sumándole el tan preciado link de download para que sumemos música a nuestras listas. Como él mismo expresó en su blog…Un viaje al pasado en búsqueda de la verdadera música brasilera. Salve Terror!!

Les dejo el de Cartola, pero tiene otros, inscríbanse y reciben novedades!


Fuente: Vinicius Terror

              Receita de samba


jueves, 29 de octubre de 2020

Nelson Cavaquinho


 

Nelson Antônio da Silva 

Sei que amanhã

Quando eu morrer

Os meus amigos vão dizer

Que eu tinha bom coração…(Quando eu me chamar saudade, parceria con Guilherme de Brito)


Quizás quien más le cantó a la muerte , a la angustia que le provocaba la muerte y la vejéz.



Nace en una humilde familia carioca teniendo que dejar la escuela para trabajar. Desde chico mostraba su don musical. Su tío Elvino tocaba violín y Nelson trataba de acompañarlo con un instrumento hecho en casa: una caja de habanos con alambres estirados. Su papá tocaba tuba en la banda de la policía. Adolescente, entraría en contacto con músicos de choro (primera música urbana carioca). Contemplaba los grandes maestros del cavaquinho e iba espiando sus trucos hasta que pide un cavaquinho prestado y comienza a practicar. Ya aproximándose a sambistas. Demostrando gran habilidad para tocar el instrumento, con un estilo peculiar tocando apenas con dos dedos, gana su sobrenombre que lo acompañaría toda la vida Nelson Cavaquinho.

Bohemio, con más de 600 composiciones (muchas inéditas ya que componía en bares y raramente las escribía). Muchas veces sin dinero, vendía sus sambas (o su parte de la composición) por poco dinero para sobrevivir. En la década del 50 cambia el cavaquinho por un violão  pero no abandonó su forma marcante de tocar con el dedo índice y el pulgar.

En el álbum Depoimento do poeta (1970) Nelson cuenta un poco sobre su vida al mismo tiempo que canta algunas de sus sambas inolvidables.También hay varios documentales para saber un poco más y disfrutar su obra.

1969 Nelson Cavaquinho (Leon Hirszman)

Nelson Cavaquinho MPB especial, entre otros.

 

domingo, 25 de octubre de 2020

Neca da baiana

 Manuel Laurindo da Conceição (1899-1977)

Nació em Valença, interior de Rio de Janeiro pero com 10 años se mudó a Rio de Janeiro. Uno de los fundadores de Acadêmicos do Salgueiro y figura emblemática del morro.

Em 1960, representó a Zumbi en el enredo Quilombo dos Palmares, de Noel Rosa de Oliveira y Anercarzinho do Salgueiro.

En 1964, a pesar de su edad, tenía la responsabilidad de representar la figura de Chico Rei, tema del samba enredo de ese año, composición de Geraldo Soares de Carvalho, Binha y Djalma Sabiá.

Chico Rei, un negro africano, que vivía en el litoral africano en una tribu donde era rey. Un dia los portugueses invaden la tribu, lo capturan y lo esclavizan, junto a otros hombres. Ve su corona caer y siente en sus muñecas el peso de las esposas. En su interior, jura que un dia volvería a reinar y liberaría a sus hermanos.

En Vila Rica, lugar donde fue llevado y obligado a trabajar, tuvo una idea. Todos los días, al trabajar buscando oro, guardaba un poco de ese oro entre su pelo y a la noche, cuando volvía, lo guardaba en la iglesia. Asi, compró no solo su libertad, sino la de sus hermanos. Volvió a ser rey. Compró tierras y mandó edificar una iglesia en el punto más alto de la ciudad y le dio el nombre de Santa Efigênia do Alto da Cruz.

En el desfile, tres sambistas representan o Chico en tres fases de su vida- El primero trae la corona que usaba en África. El segundo llevaba las esposas con que fue esclavizado y el tercero, la corona que usó en Brasil. En seguida, Neca da baiana representando o Chico Rey y un séquito de 80 personas.

En el desfile de 1971, Festa para um rei negro, composición de Zuzuca, representa al Rey Negro.

Fue dueño de una de las famosas tendinhas del morro, locales donde se vendían productos básicos como feijão o azúcar. Eran, también,lugares de encuentro de las personas que vivían en el morro, donde se discutía fútbol, samba y política y donde, seguramente, se compusieron lindos sambas salgueirenses.



Fuentes: Jornal do Brasil

               Correio da manhã

               Pedro Nobre

               Acadêmicos do Salgueiro (acervo)

               https://noticashsm-cinema.blogs.sapo.pt/35689.html


#necadabaiana #samba #salgueiro

martes, 20 de octubre de 2020

Décio Antônio Carlos


 Un ‘Heroi da liberdade’, que la história oficial no recuerda. De los que lucharon por la consolidación de un género musical, que nos deleitaron (y hasta hoy deleitan) con melodías lindas y palabras que cautivan. De la saga de poetas imperianos.

Nació en Santo Amaro da Purificação en Bahia, primer hijo de 16 hermanos. Con un año de edad ya estaba en Río. Y fue ahí que fue conocido como Mano Décio da Viola, uno de los más importantes compositores que Império Serrano nos dio.

Décio fue un niño pobre de los morros de Castelo y Santo Antônio, donde se levantaba muy temprano para buscar agua y abastecer las casas de sus vecinos, aparte de otras tareas que le permitían juntar un poco de plata para ayudar a su familia.

Con 14 años se muda a Madureira (suburbio de Rio de Janeiro) y ve surgir el bloco Vai como pode (que daría origen a Portela) Ya para esa época el batuque corría en sus venas. Se juntaba con los sambistas del lugar. Una noche al volver tarde  a su casa fue castigado por su padre y se escapa de la casa, refugiándose en el Buraco Quente, uno de los más famosos reductos de samba del morro de Mangueira. Norberto Marçal, hermano de Armando Marçal, le da lugar en su casa y le ofrece trabajo. Fue también quien lo lleva a la escuela de samba Recreio de Ramos, de la que era director.

Uno de sus primeros sambas sería escrito en esa época para esa escuela (alrededor de 1930) Vem ,meu amor parceria con Bide de Estácio y Jõao de Barro, Bragrinha, una adaptación de la ‘Valsa dos patinadores’ de Emilie Waldteufel. Es grabada por Almirante para el carnaval de 1936.

Durante la década de 1930, época de las primeras composiciones de Mano Décio, las músicas eran vendidas para sobrevivir. Vendió varios sambas y dio otros para Armando Marçal terminar con Bide, por lo tanto algunas de las composiciones Bide/ Marcal pueden tener un toque de Mano Décio. União de Madureira, Rainha das Pretas, União de Vaz Lobo, Unidos da Tamarineira y Unidos da Congonha fueron escuelas de samba que tuvieron el honor de contar com su presencia.

Cuando llega a Prazer da Serrinha es aprobado como compositor. Entre su llegada a la instituición y su primer samba enredo A conferencia de São Francisco, en 1946, escribió , solo o en parceria con antiguos compositores de Serrinha, Manula, Delfino, Carlinhos Bem-te-vi y otros , lindos sambas, la mayoría hasta hoy inéditos. Cuando Prazer da Serrinha cierra sus puertas, Mano Décio va a Portela aunque que vuelve a su amor imperial asi que vuelve a abrir sus puertas. Solo que era comandada por Alfredo Costa, un personaje muy poco democrático, lo que iba a decantar en el fin de Prazer da Serrinha y en la fundación de Império Serrano, siendo Décio uno de sus fundadores.

En 1969, compone junto a Silas de Oliveira y Manoel Ferreira el samba inolvidable  Heróis da liberdade,  una oda a los que lucharon en diversos momentos de la historia contra la opresión…Fue su último samba enredo, asi como el último de Silas también.

En los años 70 pudo grabar algunos Lps. Les dejo la discografía a seguir.

 

Mano Décio da Viola (1973)

Capítulo Maior da História do Samba (1974)

O Legendário Mano Décio da Viola (1976)

O Imperador (1978)

Mano Décio (1979)

Mano Décio apresenta a Velha Guarda do Império (1980)

 

 Fuentes: O couro do cabrito

Tinhorao, José Ramos. Pequena História da Música Popular - Da modinha à canção de protesto. Petrópolis, Vozes, 1974

Silva, Marília Trindade Barboza da, & Oliveira Filo, Arthur L. de. Silas de Oliveira, do Jongo ao Samba-enredo. Rio de Janeiro, Funarte, 1981

Valenca, Rachel & Valenca, Suetônio. Serra, Serrinha, Serrano. O Império do Samba. Rio de Janeiro, José Olympio, 1981

https://www.letradamusica.net/mano-decio-da-viola/biografia-artista.html

 

 #manodecio #imperioserrano 


lunes, 12 de octubre de 2020

Nelson de Andrade


 

Nació el 8 de octubre de 1919 en Rio de Janeiro en la Praça XI. Aunque participó activamente en Acadêmicos do Salgueiro , solo fue presidente por dos años. Al comienzo contribuyó, junto a su padre, con el libro de ouro y, desde chico, frecuentaba ensayos y carnavales por las calles de Tijuca. Ese hecho hizo que se acercase a las escuelas de samba del barrio. Tuvo contacto con personas de las escuelas de samba Azul e branco y Depois eu digo, aunque participaba más de los festejos que armaba Azul e branco en su sede en la subida del morro- Mismo cuando nace Acadêmicos do Salgueiro en 1953, su participación era en forma de ayuda financiera. Tenía una pescadería en el centro de Rio.

 Ya en 1956, Nelson es indicado como la voz de la Confederación de las Escuelas de samba. Su presencia en ese fórum le dio a Salgueiro una representatividad que hasta ese momento no tenía. En la escuela, ya había comenzado a ayudar con la concepción del enredo y a dar ideas de organización. Aunque no era de dentro del morro, no era ajeno, conocía el cotidiano y defendía los intereses de la escuela y sus integrantes.

Ese mismo año, es elegido presidente. El morro era una fiesta. Solo estuvo de 1956 a 1958 en la presidencia, aunque luego de alejarse, se quedaría ayudando desde otro lado. 

Nelson fue quien creo la bandera oficial de Acadêmicos do Salgueiro y quien inventó la famosa frase: Ni mejor, ni peor, apenas una escola diferente. 

Fue uno de los responsables por el pionerismo de Salgueiro y fue presidente de la hermana Portela también, pero eso lo dejo para otro post!!

Fuente: Salgueiro, 50 anos de Glória (Haroldo Costa)

              Nelson de Andrade e seu papel como mediador cultural no GRES Acadêmicos do                    Salgueiro (Zilmar Luiz dos Reis Agostinho)

 

Herois da liberdade

  Herois da liberdade homenajea a aquellos que lucharon  por las libertad a lo largo de la historia brasilera. Samba enredo para el carnaval...